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VALORIZAR O ALENTEJO COM EVENTOS DE QUALIDADE

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Publicado em 18 janeiro 2012 Visitas: 1144
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São um grupo de jovens profissionais formados em áreas distintas, unidos em prol de um projecto idealizado em comum. A sua missão, passa pela divulgação e promoção dos vários valores artísticos da região Alentejo.
Nuno Guilherme, Luís Guilherme e Carlos Matuto, são os responsáveis desta “aventura”, movida pela força de acreditar e triunfar pela difereça e qualidade de eventos produzidos no Alentejo.

 
 
Qual é a missão da Bunker Produções?
A nossa principal missão passa por aproximar os vários artistas da região do seu público-alvo e dos clientes do seu trabalho, nomeadamente os municípios locais e associações, bem como também os espaços privados que necessitam de animação para o seu negócio. Relativamente  aos artistas, fazemos ainda um acompanhamento do seu trabalho, bem como a produção e promoção do mesmo, a fim de facilitar o seu contacto com os jovens da região.

Como surgiu a ideia de criar a Bunker Produções?
Surgiu devido a um grupo de pessoas com formação em áreas específicas como o audiovisual, o design e a hotelaria, que têm muito a dar a nossa região, e que acima de tudo, quererem dar a conhecer novas formas inovadoras de produção que ao mesmo tempo divulgam vários valores da região na área das artes. Crescemos numa zona onde as oportunidades são escassas e só para alguns, mas com este projecto pretendemos que todo e qualquer artista possa ter a oportunidade de mostrar o seu trabalho.
 
Nasceram no Alentejo. Já pensaram em apostar noutros pontos do país?
Sim, já pensamos desde o início, mas seguimos uma estratégia que passa por primariamente concentrar-nos nesta zona, visto que a mesma requer uma especial atenção e um enorme apoio aos valores que nela residem. Para nós, o futuro deste projecto só faz sentido se realmente for bem sucedido nesta região o que até agora tem superado todas as expectativas. Depois vem o futuro e nós estamos a trabalhar nesse sentido mas para já, há muito a fazer antes de passar a próxima fase. Tornármo-nos numa marca consistente e de referência no Alentejo e só depois a iremos expandir a nível nacional.

Que tipo de eventos produzem?
Trabalhamos em várias áreas, como por exemplo a produção e promoção de festas temáticas, festas de aniversário, exposições de fotografia e pintura, programação de concertos e gravações de maquetes. Sempre com vista  nos artistas puderem mostrar o seu trabalho ao país e ao Mundo. Hoje, felizmente há a facilidade de mostrar a todos um qualquer trabalho, seja ele visual ou auditivo devido à grande evolução do web design e das redes sociais.

Como foi a receptividade do público quando apresentaram a Bunker pela primeira vez?
No início julgou-se ser apenas mais um grupo de pessoas com interesses financeiros e pessoais. Depois de algumas actividades, logo se foi percebendo que o objectivo não tinha de todo a ver com fins lucrativos, mas sim a criação de uma plataforma de apoio aos jovens artistas da região. Hoje, somos já uma referência na nossa zona de acção e qualquer trabalho em que nos envolvemos as pessoas sabem que nos empenhamos ao máximo o que acaba por criar uma grande circulação de pessoas para onde quer que vamos.alt
 
Qual foi o trabalho que mais prazer vos deu a produzir?
Bem… Isso não é fácil de responder porque cada produção tem a sua magia e deve ser encarada como única, o que faz com que não se goste mais de uma que de outra, não se podem comparar, pois, em cada uma há pormenores únicos. Podemos referir uma ou duas que mais surpresa nos causou como por exemplo a realização da 1ª Arruada Jovem, um projecto em parceria com a ADT (Associação Dinamizar Trilhos). Foi uma enorme surpresa, pois tínhamos um mês para as inscrições e na primeira semana esgotámos, deixando algumas pessoas tristes por não conseguir participar. Mas no próximo ano vamos alargar o número de inscrições de 150 para 400 a fim de conseguirmos chegar a todos. Outra produção que nos agradou bastante foi a primeira que realizámos em Borba, isto porque num concerto com uma das nossas bandas associadas, criámos uma movimentação de massas chegando, a que mais de 80% do público que estava no evento, era da região Alentejo em redor. Para nós foi muito gratificante ver tanta afluência de pessoas de fora da cidade em torno do nosso projecto.
 

"Se o país não está bem, como pode dar apoio aos jovens nas suas áreas de estudo?!..."

 
Preocupa-vos a situação económica de Portugal?
Obviamente que sim! Se o país não está bem, como pode dar apoio aos jovens nas suas áreas de estudo?!... Pensamos que os jovens também têm um papel importante na resolução desta situação. Mas para isso, sería necessário que os dirigentes locais e nacionais os tentassem ouvir, para assim conseguirem criar condições para que possam desenvolver o seu trabalho. Os jovens são o futuro e são tão bons os de “fora” como os de “dentro”. Há um grande investimento para trazer jovens de “fora”, quando se tem, tão bom ou mesmo melhor a um custo mais reduzido.

É fácil ter uma produtora e produzir eventos?
Ter uma produtora é muito fácil, produzir eventos nem por isso! Na nossa maneira de ver, para se produzir um evento tem que haver um vasto conhecimento na área, para que as coisas corram bem. É essencial, que quem as cria, saiba lidar com algum contratempo que possa surgir e isso é uma das nossas principais apostas - garantir a segurança, a higiene, as condições de serviço ao público e garantir uma produção diferente e inesquecível. Tentamos marcar a diferença com pormenores que mais tarde se vêem a revelar muito influentes. No final o pormenor é que faz toda a diferença.

Agenciam vários artistas. Como funciona o processo dos artistas integrarem na vossa “lista”?
Não existe propriamente um processo. Temos sim, algumas pessoas na estrada que vão observando o que se passa na região em termos artísticos. Depois, todos eles devem ser da região do Alto Alentejo e deverão mostrar do que são capazes, isto, os que têm a oportunidade de o fazer, mas os que não têm essa mesma oportunidade entram em contacto connosco e nós tratamos de lhes proporcionar algumas oportunidades de mostrar o seu trabalho. No final deste processo, alguns deles são convidados a integrar na produtora.

Que projectos têm para o próximo ano?
Neste meio não se deve falar muito antes de algumas confirmações, por isso, citamos só o que está a decorrer já com vista ao próximo ano, que passa pelo lançamento de alguns CD’s como o “D.Beat&Manilha”; “Rusty Heads Original” e “Alex Vétsi”. Estamos também a dar o máximo apoio a dois projectos individuais, um deles o programa “Fresh Night” da Rádio Campanário (90.6Fm) todas as quintas-feiras ás 22h dirigido pelo DJ Effect-z e outro que é o projecto “The Runner” do DJ André FMF. Vamos começar já em Janeiro do próximo ano a trabalhar num Festival da Juventude, que conta já com alguns apoios camarários e associativos e temos mais algumas surpresas que serão conhecidas no devido tempo. Agradecemos desde já, todo o apoio que neste curto percurso, nos tem sido dado e esperamos que continue pelo futuro.
 

LIGADO À MOVIDA NOCTURNA DA ZONA CENTRO

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Publicado em 18 janeiro 2012 Visitas: 552
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Localizado em São Romão (Serra da Estrela), o Offside  é um espaço comum a todos os públicos, onde se pode encontrar uma transmissão de saberes e princípios entre as várias gerações. Destaca-se na zona centro e prima pela dinâmica e pro-actividade, realizando festas temáticas de uma forma diversificada. Fomos até lá conversar com o seu gerente, André Silva.
 
Como surgiu a ideia de criar o OffSide Bar?
Já funcionando como bar, o espaço onde surge o Offside Bar, tornou-se uma oportunidade para mim, com formação académica na área da Animação Sociocultural, criar um espaço inovador, dinâmico e pró-activo onde a convivência e o bem estar de todos os que nos visitam, são uma prioridade.

Porquê este nome?
Acumulando as minhas funções de Técnico de Animação e Árbitro de Futebol, o termo “Offside” foi aquele que me pareceu aproximar-se mais, tanto da realidade profissional, como da realidade social que a nossa sociedade atravessa neste momento, podendo o mesmo ser interpretado das mais diversas formas e nos mais diversos contextos.
Qual é o conceito do espaço?
O Offside Bar foi criado num conceito de bar onde a oferta pretende ser o mais diversificada possível, com a realização de eventos semanais para todos os gostos e para todos os públicos. Inovar, dinamizando com pró-actividade.

altAbriu portas há poucos meses. Como tem sido o feedback?
Desde que abrimos o Offside ao público, posso afirmar que o feedback tem sido muito positivo e a utilização das redes sociais e as novas tecnologias têm sido o espelho disso mesmo, com bastante participação quer activa quer passiva por parte de quem nos visita.
 
Considera importante a decoração e o bom ambiente do espaço para ‘atracção’ de clientes?
Quanto mais agradável for a decoração e o bom ambiente de qualquer casa, mais os clientes a procurarão e mais permanecerão na mesma. Desta forma, a grande remodelação realizada da última gerência para esta, tornou-se num ponto importante na procura deste novo espaço.

Como vê o mercado nocturno neste momento?
O mercado nocturno, quando bem trabalhado, pode-se tornar bom, mas para isso, há que manter um ritmo de trabalho, de oferta e sobretudo de agradabilidade no ambiente e na satisfação dos clientes. Quando assim é, não muito haverá a temer.

O que pensa das festas temáticas?
As festas temáticas são um bom catalisador para a relação cliente/espaço. Toda a decoração do espaço e a adesão dos clientes às mesmas, fazem das festas temáticas mais ou menos importantes para o bom funcionamento e o bom ambiente de qualquer bar.

O Offside tem DJ residente?
Não tem DJ residente, mas sim um leque de pessoas que têm trabalhado em conjunto com a dinâmica do bar, entre os quais, DJ’s, VJ’s e Bandas. Neste ponto, tem havido a preocupação de trabalhar com pessoas da zona, uma forma de dar valor aos mesmos e ser ao mesmo tempo uma montra para todos aqueles que pretendem apresentar todo o seu valor e trabalho realizado.

Que podemos contar do OffSide nos próximos meses?
Dinâmica, ritmo, cor e muita alegria!
 

PARAGEM OBRIGATÓRIA NO ALTO ALENTEJO

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Publicado em 18 janeiro 2012 Visitas: 1451
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Esbanja simpatia e é uma verdadeira “mulher de armas”. Alexandra Ferreira, proprietária do Café e Discoteca  Crisfal em Portalegre, trabalha sob a tripla infalível: ‘música, animação e qualidade’.
Actualmente e desde o ano 2007, tem o privilégio de ter nas mãos, uma casa por onde já passaram grandes ícones da noite nacional e internacional. Acreditou num projecto e meteu mãos à obra. Mantendo os traços originais do mesmo, transformou um cine-teatro numa Discoteca.
 
 
Como se deu a entrada da Alexandra na noite?
Foi 15 de anos de idade quando entrei para a equipa da discoteca da minha aldeia, onde toda as pessoas trabalhavam sem remuneração e com muito amor à camisola. Comecei como barmaid e depois como DJ, mas só até aos 19 anos. Nesta altura fui estudar para Lisboa, onde corri a 24 de Julho toda, mas como cliente. Quando terminei o curso voltei para o interior e dei vida ao projecto Crisfal.

De onde e como surgiu a ideia de ‘dar vida’ a um antigo cine-teatro?
O antigo cine-teatro Crisfal foi construído pelo meu avô nos anos 50, sendo o mesmo, o explorador inicial e mais tarde explorado por outras pessoas, sendo a última concessão da câmara municipal de Portalegre. Mais tarde a Câmara de Portalegre cria o centro de artes e espectáculos e abandona o cine-teatro. Ficámos então com o grande cine-teatro em plena cidade de Portalegre e começámos a pensar o que podíamos fazer com o edifício. Como não havia uma discoteca em Portalegre pensámos porque não no Crisfal... E assim nasceu a Discoteca Crisfal.

É fácil manter os traços originais?
Mais ou menos. Desde início o nosso objectivo foi manter todos os traços originais visto que o Crisfal é um edifício com muita história para os Portalegrenses, a única coisa que tivemos de fazer foi adapta-lo para discoteca. O fosso da orquestra é a cabine hidráulica do DJ e aproveitámos o palco para os espectáculos.

Como é gerir uma casa que faz parte da rota nocturna do Alto-Alentejo?
É mais complicado do que gerir uma casa em Lisboa, Porto ou Algarve, pois a cultura musical ainda não está muito enraizada mas a pouco a pouco vamos lá. Outra situação complicada é ao sermos a única Discoteca num raio extenso temos de ter muito cuidado com o critério de selecção, pois temos que oferecer aos nossos clientes um bom ambiente do início ao fim da noite.
Quais os seus critérios para conseguir a fidelização dos seus clientes?
Boa música, muita animação e qualidade.

Mensalmente preocupa-a preencher uma agenda que satisfaça todos os vários gostos musicais?alt
Sim, somos uma casa que como eu lhe chamo “temos de agradar a gregos e a troianos”, procuramos ter todos os hit’s a nível mundial, pouco a pouco vamos integrando a música electrónica e fazemos várias festas temáticas como de anos 80 que agrada a uma faixa etária muito vasta.

Acha que deverá ser um critério importante a ter em conta nos dias de hoje?
Com certeza. Tivemos a pouca sorte de nascer numa época em que a crise está implementada e o nosso país está em recessão. Obviamente que as pessoas não têm tanto poder de compra. Por isso é bom vir ao Crisfal para esquecer por um pouco todos os problemas que estamos a passar.

Como vê o futuro da noite nacional?
Por azar não tenho uma bola de cristal, mas espero que vá evoluindo pouco a pouco.

Em Junho, a Crisfal fez 3 anos de existência. Que balanço faz de 3 anos de trabalho?
O bebé já começa a andar com 3 aninhos, o balanço é positivo e continuamos a trabalhar cada vez mais para agradar aos nossos clientes e o nome do Crisfal continuar a crescer.

Qual a festa/evento que mais a marcou? Porquê?
Para mim foi na primeira vez que veio o Pete Tha Zouk, 2 semanas antes já tínhamos esgotado os bilhetes, tivemos pessoas do norte ao sul do país e foi uma loucura total.

O que podemos esperar da Crisfal nos próximos meses?
Um pouco do que temos estado a fazer até agora. Tentamos sempre trazer alguns DJ’s para se darem a conhecer, DJ’s de top a nível nacional e internacional e para não variar - muita animação!
 

 

Perguntas & Respostas

Esta ação é um TOP?

Não. Esta ação não representa um “TOP” e pelas suas caraterísticas não pode ser classificada como tal. É uma distinção igualitária e uniforme para todos os artistas. Não existem vencedores.
 

Vai existir primeira, segunda, terceira posição?

Não. Esta ação pretende distinguir 20 artistas de igual forma, por ordem alfabética e como referido na alínea a. não representa um “TOP”. Estão desde logo excluídas as posições de primeiro, segundo, terceiro lugar e assim sucessivamente. Entendemos que a música deve ser encarada como uma arte e não como uma competição.
 

Porquê 20?

Consideramos que 20 é o número justo, tendo em conta que há cada vez mais e bons artistas que merecem ser distinguidos. 17 são eleitos pela redação do Portal 100% DJ e 3 serão o resultado dos mais votados pelo público. 
 

Existem marcas associadas?

Sim. Esta ação tem o apoio da Artipel Portuguese Cork e como Rádio Oficial a Rádio Nova Era.
 

Qual é o objetivo desta ação?

Reconhecer e distinguir a dedicação, o esforço e o trabalho desenvolvido ao longo do ano, por parte dos DJs portugueses. 
 

17 artistas são distinguidos pela redação do Portal 100% DJ e 3 pelo público. Porquê?

A opinião do público é de extrema relevância em qualquer ação/distinção. Neste caso em concreto, desafiamos os seguidores a votar nos seus 3 artistas favoritos e 17 são distinguidos pela redação do portal.
 

Pode haver repetição de artistas nos 17 do Portal 100% DJ e nos 3 do público?

Não. Ao contrário do ano passado, desta vez não irão existir artistas repetidos, isto é, que estejam nos distinguidos pelo Portal 100% DJ e nos mais votados pelo público. 
 

Na votação qualquer estilo musical é aceite?

Sim. Qualquer estilo musical eletrónico é aceite na votação.
 

Quando e onde serão apresentados os 20 Mais de 2015?

Os "20 Mais de 2015" serão apresentados a 8 de dezembro no Portal 100% DJ em www.100-dj.pt.
 

Até quando posso votar?

A votação do público está disponível entre os dias 23 de outubro e 30 de novembro (pelas 16 horas).
 

Quantas vezes posso votar?

Apenas é aceite uma resposta por endereço de e-mail. Caso o endereço já exista na base de dados, todas as respostas seguintes serão classificadas como nulas/inválidas, acabando por serem eliminadas e não contabilizadas.
 
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Podem. Não existe restrições de países.
 

Quando é considerada votação inválida?

É considerada votação inválida quando o votante insere até três nomes iguais ou outras palavras que não nomes válidos de artistas portugueses.
 

É obrigatório inserir 3 DJs na votação?

Sim. É obrigatório inserir o nome de 3 DJs portugueses e todos eles diferentes.
 

Os artistas distinguidos recebem algum prémio?

Para além do material gráfico exclusivo, os artistas distinguidos receberão um prémio físico. A entrega será posteriormente combinada com a Redação.
 

São aceites inscrições?

Esta ação não funciona com inscrições, pois não se trata de um concurso ou disputa.
 

Posso votar em DJs de outros países?

Não. Esta ação destina-se apenas a DJs de nacionalidade portuguesa. As votações que contenham nomes de DJs estrangeiros são classificadas como inválidas, acabando por ser eliminadas e não contabilizadas.
 
 

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