Live Act

"A MÚSICA É A MINHA VIDA!"

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Publicado em 18 janeiro 2012 Visitas: 953
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Conhecido pela sua inconfundível voz, Katorz, tem um talento especial. Compõe e interpreta músicas bastante “viciantes”. O tema “Feeling Magic” colocou-o, juntamente com DJ Grouse, num patamar elevado, acabando por vencer o concurso “Release Your Self” do DJ Roger Sanchez. Caracteriza a música como sendo a sua vida e já anda a preparar novidades para o novo ano.

 
Aos 16 anos inicias o teu percurso musical numa banda de jazz/funk/blues. Como foi essa experiência?
Foi o despertar para uma nova realidade, o descobrir novas paixões, como a de escrever letras, compor e interpretar.
Aos 10 anos, recebo de prenda de Natal da minha mãe, uma guitarra, e sendo criança não entendi muito bem o porquê da guitarra e não de um brinquedo qualquer, hoje em dia sinto que ela na altura já previa o que seria o meu futuro (risos), pois, ofereceu-me o que eu precisava para  iniciar o meu caminho pela música.
 
O ano 2004 foi de lançamento. Gravaste a tua primeira música de House Music. Como foi a aceitação da mesma?
Excedeu as minhas expectativas! O seu lançamento foi um sucesso de vendas, durante 4 meses, foi número 1 de vendas em Portugal e esteve no Top em vários portais digitais, como o Beatport e o Traxsource. O ‘Feeling Magic’ era uma das faixas mais tocadas nas rádios Nacionais. O seu sucesso foi tal, que me proporcionou partilhar a cabine e o palco com os grandes nomes Nacionais e Internacionais.
Ainda hoje, quando oiço o ‘Feeling Magic’, sorrio das boas memórias, pois já passaram 6 anos.

Foste também pioneiro - o 1º cantor português nesta vertente musical. Foi certamente uma grande responsabilidade?
Inicialmente não tive a percepção da grandeza do projecto e como tal não senti essa responsabilidade.
Quando comecei a ouvir a minha música por todo lado, aí sim o frio na barriga surgiu, o meu sonho como músico e cantor estava a tornar-se realidade! Costumo dizer que aprendi uma grande lição, sempre “desdenhei” o House Music, nem sequer  reconhecia o género como música e hoje é o que me faz sentir realizado e feliz.

altConsideras que o “Feeling Magic” te posicionou no topo?
Sem dúvida nenhuma!  Como referi anteriormente, para mim música é feita com instrumentos reais, não através de instrumentos digitais, eu desconhecia a verdadeira essência do House Music. O ‘Feeling Magic’, foi produzido pelo DJ Grouse que acreditou em mim como cantor e compositor, pois eu sentia-me um pouco perdido neste género musical. Enviámos a música para várias label’s nacionais, das quais não obtivemos nenhuma resposta, foi então que o DJ Grouse tomou a iniciativa de inscrever a música no Concurso “Release Your Self”, do DJ Roger Sanchez, quando nos apercebemos, tínhamos ganho em Nova York, o prémio de Melhor Música de House Music. Para ser franco, nem me tinha apercebido da dimensão do prémio até saber que o ‘Feeling Magic’ estava a ser tocado pelos melhores DJ’s do Mundo, batendo nas melhores festas de Ibiza, NY, Miami… Depois de ter corrido o Mundo, o ‘Feeling Magic’ é lançado em Portugal, pela Kaos, a label de música electrónica da editora Vidisco.
 
"Ainda hoje, quando oiço o "Feeling Magic", sorrio das boas memórias, pois já passaram 6 anos."

A música é a tua grande paixão?
A musica é a minha vida!

Qual foi a actuação que mais te marcou?
Não me posso cingir a uma só, tive vários momentos que me marcaram.  A primeira, por motivos óbvios, foi nos prémios Sapo Nova Era 2004, para cerca de 20 mil pessoas, a Tour da Soul Heaven, cantei com Blaze e com a Bárbara Tucker, e este Verão, na Kadoc, ao pisar a cabine ao lado de David Guetta e Diego Miranda.

Porquê o nome Katorz? Alguma ligação com o número?
Sim, digamos que o número 14, me tem acompanhado na vida, marcando alguns momentos, por isso decidi premiá-lo e transformá-lo no meu nome artístico - Katorz.

Tens uma relação de proximidade com o DJ e Produtor Roger Sanchez. Como é ‘lidar’ com um ícone da música internacional?
Não diria bem de proximidade.
Tivemos algumas vezes juntos, nas suas visitas a Portugal, conversamos sobre o facto de ele ter ficado com a ideia de eu ser negro, devido às características da minha voz, sobre as minhas inspirações para o ‘Feeling Magic’, apesar de ter sido uma pessoa que gostei de conhecer pela sua humildade, fomos perdendo o contacto ao longo dos anos.

Alguma vez pensaste em produzir um álbum de originais?
Claro! É um sonho que pretendo realizar.

Que projectos tens para desenvolver no próximo ano?
Actualmente considero-me um rato de laboratório! Tenho andado trancado no estúdio a escrever, compor e gravar novos temas. Posso adiantar que o primeiro tema é com o DJ e Produtor Villanova, o mesmo que em parceria com o DJ Diego Miranda fez o mais recente Hit ‘Just Fly’, está prestes a sair e terei mais dois temas com grandes nomes Nacionais, mas que sairão só no novo ano e como dizem que o segredo é alma do negócio, ainda não posso revelar mais nada... Aguardem, porque boas surpresas surgirão em 2011.
 

VERSATILIDADE E CRIATIVIDADE MUSICAL A DOBRAR

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Publicado em 18 janeiro 2012 Visitas: 811
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O saxofonista, Sandro Ferro de 33 anos e o percussionista, Miguel Alves de 28 anos, desde sempre estiveram ligados à música, tendo influências familiares no ramo da música. Iniciaram a sua formação desde muito cedo, tendo passado por algumas escolas de formação musical, conservatório e hotclub. No ano 2003 formam uma dupla caracterizada pela versatilidade, criatividade e perfeita adaptação aos vários estilos e ritmos de música.
Estivemos à conversa com eles.
 
Como surgiu o projecto Deepduet?
O projecto Deepduet surgiu em 2003, sendo também nessa altura, que ocasionalmente nós nos conhecemos num bar em Setúbal onde eu (saxofonista) e o Miguel (percussionista), fomos contratados separadamente para actuar num bar acompanhando o Dj residente. Nessa mesma noite foi uma experiência que se deparou com muito interesse por parte do público presente, surgindo convites para mais actuações em conjunto.
Ambos tínhamos algo em comum, que era a paixão pela música e a vontade de fazer parte dela, principalmente pela música electrónica. Foi então que decidimos criar este conceito e partir para um novo projecto e uma nova aventura a qual demos o nome de Deepduet.
 
2003 foi o ano da fusão dos Deepduet. Como foi a aceitação por parte do público?
Foi o ano em que nós nos conhecemos e formamos os Deepduet, onde actuámos pela primeira vez na discoteca “Bolina” em Sesimbra, na qual tivemos uma grande aceitação e um forte apoio por parte do público. Foram desde essa data, agendadas várias datas durante um grande período.
Desde então os Deepduet não têm parado, actuando de norte a sul do país ao lado dos melhores Dj’s nacionais.
 
O que caracteriza os Deepduet?
Deepduet caracteriza-se pela versatilidade, performance, criatividade e adaptação aos vários estilos e ritmos de música, mais modernos e actuais, através da junção dos sons sedutores do saxofone e dos ritmos quentes da percussão, que vão desde o house music, deep house e soul full.
O Projecto apresenta-se como versátil e criativo com enorme capacidade de surpreender e proporcionar um espectáculo audiovisual ao público mais exigente com uma grande e contagiante energia. O aspecto mais marcante dos Deepduet é a junção dos estilos de música electrónica com a música real de saxofone e percussão.

Proporcionar ritmo e dar vida à noite através da interacção de ritmos, são técnicas que vão sendo aperfeiçoadas ao longo de uma carreira?
Esse, é um objectivo que temos sempre na nossa mente. Sempre que vamos actuar numa casa, tentamos sempre dar uma noite diferente, que marque as pessoas presentes. Dar uma vida diferente à noite com improviso e interacção entre o Dj e o público através do som e ritmo, parecendo que faz parte da própria musica.
Em relação as técnicas, sim, temos que fazer algum trabalho de casa, como estar actualizado musicalmente e ter sempre um estado de espírito divertido e capacidade de improvisar. Por último acho que é a técnica mais difícil, pois ganha-se com o tempo e rodagem, onde a experiência depois torna as coisas mais fáceis de acontecer e muito mais perfeitas.
 
"O aspecto mais marcante dos Deepduet é a junção dos estilos de música electrónica com a música real de saxofone e percussão."
 
O que podem os noctívagos esperar das vossas actuações?
Podem esperar actuações sempre ao mais alto nível (risos). Nós gostamos essencialmente de divertir o público, pois, isso diverte-nos também. Normalmente nunca se pensa nisso, mas quando o público se diverte acaba por interagir connosco - músicos, o que nos dá imensa satisfação e vontade de nos superarmos a nós próprios. Em suma podem esperar músicos bastante motivados em fazer um trabalho cada vez melhor de forma a podermos proporcionar cada vez melhores espectáculos contribuindo assim para o dinamismo e inovação da noite portuguesa.alt

Já percorreram o país de norte a sul. Onde falta uma actuação vossa?
Apesar de ao longo destes anos já termos actuado um pouco por todos o país, Portugal ainda tem um vasto mercado por conquistar.
Sem dúvidas e com bastante orgulho, podemos dizer que Portugal tem uma noite bastante forte, com grandes profissionais e uns noctívagos sempre cheios de energia que nos proporcionam a nós - Deepduet, grandes noites de fusões musicais, mas sem dúvida que um dos grandes passos na nossa carreira será actuações internacionais e nas ilhas.

Na vossa actuação terá sempre que existir obrigatoriamente um DJ?
O nosso projecto só funciona mesmo com Dj. Pois ele consiste na ligação entre nós e a musica do Dj, achamos que sobretudo, para um Dj, torna-se uma noite diferente e um desafio musical para ele. Por vezes libertando-o para outros horizontes musicais, podendo explorar os dois instrumentos (saxofone e percussão) atingindo a sensação que foi tudo combinado. Consideramos o trabalho do Dj difícil, mas um motivo de exigência das capacidades técnicas.  

Que projectos futuros têm em vista?
Neste momento estamos com alguns projectos em vista, dos quais destacamos as nossas futuras produções musicais que estão neste momento a decorrer.
Contudo estamos abertos a criações musicais com Dj’s, a fim de entrar no mercado da produção musical, com o objectivo de fazer algo que marque no plano discográfico uma página na nossa carreira tornando uma label mais forte com a união Deepduet vs DJ.
Podemos adiantar que muito em breve iremos lançar uma produção juntamente com um Dj/produtor, que esperemos que venha a ser um grande sucesso da música electrónica.
 

 

Perguntas & Respostas

Esta ação é um TOP?

Não. Esta ação não representa um “TOP” e pelas suas caraterísticas não pode ser classificada como tal. É uma distinção igualitária e uniforme para todos os artistas. Não existem vencedores.
 

Vai existir primeira, segunda, terceira posição?

Não. Esta ação pretende distinguir 20 artistas de igual forma, por ordem alfabética e como referido na alínea a. não representa um “TOP”. Estão desde logo excluídas as posições de primeiro, segundo, terceiro lugar e assim sucessivamente. Entendemos que a música deve ser encarada como uma arte e não como uma competição.
 

Porquê 20?

Consideramos que 20 é o número justo, tendo em conta que há cada vez mais e bons artistas que merecem ser distinguidos. 17 são eleitos pela redação do Portal 100% DJ e 3 serão o resultado dos mais votados pelo público. 
 

Existem marcas associadas?

Sim. Esta ação tem o apoio da Artipel Portuguese Cork e como Rádio Oficial a Rádio Nova Era.
 

Qual é o objetivo desta ação?

Reconhecer e distinguir a dedicação, o esforço e o trabalho desenvolvido ao longo do ano, por parte dos DJs portugueses. 
 

17 artistas são distinguidos pela redação do Portal 100% DJ e 3 pelo público. Porquê?

A opinião do público é de extrema relevância em qualquer ação/distinção. Neste caso em concreto, desafiamos os seguidores a votar nos seus 3 artistas favoritos e 17 são distinguidos pela redação do portal.
 

Pode haver repetição de artistas nos 17 do Portal 100% DJ e nos 3 do público?

Não. Ao contrário do ano passado, desta vez não irão existir artistas repetidos, isto é, que estejam nos distinguidos pelo Portal 100% DJ e nos mais votados pelo público. 
 

Na votação qualquer estilo musical é aceite?

Sim. Qualquer estilo musical eletrónico é aceite na votação.
 

Quando e onde serão apresentados os 20 Mais de 2015?

Os "20 Mais de 2015" serão apresentados a 8 de dezembro no Portal 100% DJ em www.100-dj.pt.
 

Até quando posso votar?

A votação do público está disponível entre os dias 23 de outubro e 30 de novembro (pelas 16 horas).
 

Quantas vezes posso votar?

Apenas é aceite uma resposta por endereço de e-mail. Caso o endereço já exista na base de dados, todas as respostas seguintes serão classificadas como nulas/inválidas, acabando por serem eliminadas e não contabilizadas.
 
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Podem. Não existe restrições de países.
 

Quando é considerada votação inválida?

É considerada votação inválida quando o votante insere até três nomes iguais ou outras palavras que não nomes válidos de artistas portugueses.
 

É obrigatório inserir 3 DJs na votação?

Sim. É obrigatório inserir o nome de 3 DJs portugueses e todos eles diferentes.
 

Os artistas distinguidos recebem algum prémio?

Para além do material gráfico exclusivo, os artistas distinguidos receberão um prémio físico. A entrega será posteriormente combinada com a Redação.
 

São aceites inscrições?

Esta ação não funciona com inscrições, pois não se trata de um concurso ou disputa.
 

Posso votar em DJs de outros países?

Não. Esta ação destina-se apenas a DJs de nacionalidade portuguesa. As votações que contenham nomes de DJs estrangeiros são classificadas como inválidas, acabando por ser eliminadas e não contabilizadas.
 
 

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